domingo, 28 de março de 2021

O RETRATO DE DORIAN GRAY

 

Resenha por João de Carvalho

Título: O Retrato de Dorian Gray

Autor:  Oscar Wilde

Editora: Martin Claret Ltda.

Edição: 2ª

Ano: 2014

Páginas: 254

 

Pontuação: 5/5

Apreciação:

Oscar Fingal O’Flahertie Willis Wilde, nasceu aos 16 de outubro de 1854 (Dublin, Irlanda). Faleceu aos 30 de novembro de 1900. (Paris, França). Escreveu, entre outros os seguintes livros: ROMANCE: O Retrato de Dorian Gray, 1890; CONTOS: O Fantasma de Conterville, 1887; O Príncipe Feliz, 1888; O Crime de Lorde Arthur Savile, 1891; PEÇAS: O Leque de Lady Windermere, 1892; Salomé, 1893/94; Uma Mulher Sem Importância, 1893; Um Marido Ideal, 1895; A Importância de Ser Prudente, 1895. POESIAS: Poemas, 1881; A Esfinge, 1894; A Balada do Cárcere de Reading, 1898. ENSAIOS: A Alma do Homem Sob o Socialismo, 1891; De Profundis, 1905.

 

Foi sempre um destaque ao se vestir. Foi sempre elegante! Foi preso, durante 2 anos por atentado ao pudor. Estava falido e banido pela sociedade. Viveu sob o pseudônimo de “Sebastian Melmonth”. Sua poesia foi publicada em 1881. Seu único romance foi “O Retrato de Dorian Gray”, que causou polêmica por sua temática homoerótica. Ele, após sofrer julgamentos e condenações, foi o único, na sua época, a defender o amor “entre iguais”. Foi dramaturgo, romancista, poeta, esteta, ativista, autor de contos, famoso pela decadência e pela sagacidade sem paralelos. Sua vida foi agitada à época, pela homossexualidade. Foi casado e teve dois filhos.

domingo, 14 de março de 2021

RUTH

 

            Resenha por João de Carvalho

Título: RUTH

Autora: Elizabeth Gaskell

Editora: PedrAzul Editora

Ano:  2020

Tradução de: Amanda Magri

Páginas: 352

Pontuação: 5/5

 Apreciação:

Elizabeth Cleghorn Stevenson nasceu em 29 de setembro de 1810, Londres, Inglaterra, e, morreu aos 12 de novembro de 1865. Seu estilo e gênero marcam a grande cronista e seu tempo, com descrições fascinantes, observações minuciosas sobre a natureza humana ao lado de comentários sociais. Esposa de William Gaskell, pastor da igreja Unitária, escreveu muito e ajudava-o em sua missão junto as pobres. “Seu romance Ruth provocou escândalo na sociedade da época por abordar o destino de uma mulher seduzida, e, portanto ‘perdida’ e sua experiência ao sofrer o ostracismo social.” (Âmsin Pickeral).

 

Certamente, foi ela uma das mais poderosas e refinadas romancistas femininas de sua época. – Romances de sua autoria: Mary Barton, Cranford, Ruth (1853), Norte e Sul, Os Amores de Sylvia, A Prima Phillis, Esposas e filhas. – Contos: A Pobre Clare, The Grey Woman. – Não ficção: A Vida de Charlotte Bronte, de quem ela era amiga.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

FRANCISCO DE ASSIS

 Resenha por João de Carvalho

Título: Francisco de Assis

Autor: João Nunes Maia

Editora: fonte Viva

Ano:  2018

Edição: 36ª

Página: 404



Pontuação:   5/5

 

Apreciação:

João Nunes Maia, “amigo e seguidor de Francisco de Assis na personalidade de Shaolin – irmão Luiz, além de descrever lances desconhecidos da vida e da obra de Francisco de Assis, enfoca, com felicidade rara, dentro da filosofia reencarnacionista, a ação inestimável dos Espíritos enobrecidos pelas conquistas morais, na obra infinita do Criador, em colaboração direta com Jesus, na sublime direção deste planeta”.

O Sumário apresenta 28 títulos que nomeiam os respectivos capítulos. Até o 16° capítulo, cita-se um versículo da Bíblia, com uma boa relação de sentido com o conteúdo exposto. Os demais aparecem apenas numerados. Opção do autor!

Francisco de Assis nasceu em 1182 e faleceu em 1226, vivendo apenas 44 anos. A mãe queria que se chamasse João, e, o pai definiu por Francisco. Chamado espiritualmente para servir a Igreja, dizem que já bastante desgastado pelo tempo e pelos seus membros, fez votos de pobreza, pregando sempre sua doutrina com fé, exemplo, vigor e amor. Fundou “a ordem dos irmãos mendigos de Assis”, mais tarde convertido em Franciscanos, com o protetor Cardeal Ugolino. Dizem que tendo ido à Palestina, foi preso pelo Sultão, mas libertado após “caminhar sobre brasas”. A vida deste homem iluminado foi uma extraordinária força para a igreja. Foi contemplado com a impressão das Chagas de Cristo em suas mãos e pés.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

NOITE & DIA

 Resenha por João de Carvalho

Título: Noite & dia

Autora: Virgínia Woolf

Editora: PedrAzul Editora

Ano:  2021

Edição: 1ª

Página: 400



Pontuação:   5/5

Apreciação:

Adeline Virgínia Woolf, (1882-1941), Londres na Inglaterra, de origem burguesa, sendo seu pai editor e crítico literário. Entrou, com estímulo paterno (Leslie Stephen) para o mundo literário, após uma educação familiar, frequentando a biblioteca da família. Este livro – Noite & Dia – romance foi concluído no final da 1ª Grande Guerra, 1918. Entretanto, este fato não é o assunto desta obra literária.

Principais romances: A viagem, O quarto de Jacob, Passeio ao farol, As ondas, Os anos, Entre atos, “Orlando” superconhecido no mundo literário em 1928, até hoje muito lido e apreciado, porque trata de um assunto muito atual. No Gênero não ficção destacamos: O Leitor comum, Um teto todo seu, Cenas Londrinas, Moderna Ficção.

Comentam os escritores que Virgínia Wolf sofria de transtorno bipolar, terminando de forma trágica, infelizmente. O estilo literário pioneiro dela, suas credenciais feministas, a personalidade exuberante e a instabilidade emocional transformaram-na em objeto de fascínio para Hollywood. Sua personalidade e Obra literária foram tema de uma série de filmes, como: Orlando, 1992; Mrs. Dalloway, 1997 e As horas, 2002.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

EM BUSCA DE JESUS

 Resenha por João de Carvalho

Título: Em busca de Jesus

Autor: David Gibson, Michael McKinley

Editora: Fontanar

Ano:  2015

Edição: 1ª

Página: 243



Apreciação:   5/5

 

Resenha:

David Gibson, jornalista, autor e diretor de cinema, especialista em cobrir temas da Igreja Católica, e Michael McKinley, jornalista, roteirista e cineasta premiado, são os autores deste livro: Em Busca de Jesus. É um olhar novo, atual e corajoso de Cristo e seu tempo, com destaque para personagens contemporâneos d’Ele.

Esta obra literária surpreende fiéis e céticos sobre o Sudário, pedaços da Cruz, Madalena e João Batista.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

A BESTA HUMANA

 Resenha por João de Carvalho

Título: A Besta Humana

Autor: Émile Zola

Editora: Zahar

Ano:  2014

Página: 368



Pontuação:   5/5

 

Apreciação: 

Émile Edward Charles Antoine Zola, nascido aos 02 de abril de 1840 (Paris) e falecido aos 28 de setembro de 1902, também em Paris. Infância marcada pela pobreza, assim como a juventude. Suas obras podem ser consideradas sob estes dois aspectos:

1) ROMANCES: A Confissão de Claude, Theresa Roquin, e, a série “Os Rougon-Macuart que inclui: Germinal (1885), A besta humana (1890) e outras obras importantes;

2) JORNALISMO: com destaque especial para: “Eu acuso” (1898), quando Zola defendeu com veemência o Oficial do Exército francês chamado Alfred Dreyfus, em um caso de traição de grande repercussão nacional. A defesa produzida por Zola e publicada no Jornal “A Aurora” começava com: “Eu acuso”. Por isso foi perseguido, tendo se refugiado na Inglaterra. Consta-se também que o nosso gênio da tribuna, Ruy Barbosa, dera-lhe cobertura, via Habeas Corpus. Dreyfus foi absolvido! Lê-se também em comentários diversos que Zola morreu por asfixia, talvez por trama de conspiradores anti-Dreyfus! Sua produção romanesca atinge a cifra de 20 volumes. Foi um grande e excepcional escritor de sua época. Foi considerado o fundador da ficção naturalista.

domingo, 27 de dezembro de 2020

O SERMÃO DA SEXAGÉSIMA

 

Resenha por João de Carvalho

Título: O Sermão da Sexagésima

Autor: Padre Antônio Vieira

Editora: Moderna

Ano: edição de 2017

Página: 144



Apreciação:   5/5

 

Síntese:

ANTÔNIO VIEIRA nasceu em Lisboa aos 06.02.1608 e faleceu em Salvador aos 18.07.1697 tendo vivido 89 anos. Foi um grande pregador Jesuíta. Chegou ao Brasil aos sete anos, revelando sua vocação para a carreira religiosa, ordenando-se sacerdote. Foi privilegiado com extraordinário dom oratório, suplantando aos demais prelados de sua época. Foi desterrado; perseguido pela impiedosa inquisição, mas conseguiu o perdão após intensas conversações com Roma, graças à sua extraordinária habilidade política e argumentações com a língua portuguesa.

 

Vivendo no século XVII foi ele a expressão do espírito barroco. Seu grande objetivo era maravilhar, ensinar, inquietar. Foi um gênio no púlpito das igrejas, como orador admirável, empolgante e diplomata. Um pregador por excelência. Defendeu, com todos os recursos da oratória e da Lógica, os índios, os judeus, a abolição de escravos e sobretudo criticou a inquisição. Foi o grande missionário da “Companhia de Jesus”. Eu, particularmente, gosto de ler seu “Sermão do bom ladrão”, onde critica com veemência, coragem e sabedoria, a “arte de roubar” pelos grandes políticos e autoridades da época. Foi o grande personagem nacional e internacional do século XVII, em termos de política, oratória e missionário. Interessante, não é e nunca foi considerado santo, mas como sacerdote e testemunha profética sua festa litúrgica é aos 18 de Julho. Caso interessante e único que li. Vejam o conteúdo do Sermão da Sexagésima:

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

A MULHER DE BRANCO

 

Resenha por João de Carvalho

Título: A  Mulher de Branco

Autor: Wilkie Collins

Editora: PedrAzul Editora

Ano:  2019

Página: 460



Apreciação:   5/5

 

Síntese:

Wiliam Wilkie Collins, 1824-1889, romancista, dramaturgo e contista. Escreveu vinte e sete romances, mais de cinquenta contos, quinze peças teatrais e cerca de cem peças de não ficção. Suas obras são conhecidas pelos temas dramáticos intercalados com humor, pelos enredos melodramáticos e por uma aura ocasional de mistério sinistro, dizem os melhores Comentaristas. Apesar de ter levado certa vida boêmia, com duas mulheres, simultaneamente, gozou sempre de um caráter forte e atraente. 

Suas obras refletem também temas sobre filhos ilegítimos, divórcio e até vivissecção. Foi um grande amigo e admirador de Charles Dickens, escritor extremamente prolífico, que viveu entre 1812 e 1870. As obras de Collins são, entre outras: A Pedra da Lua (1868), O Hotel Assombrado (1878), O Abismo (1857), Coração e Ciência (1883), Armadale (1866), A Mulher de Branco (1860), esta em apresentação que conquistou a imaginação do mundo de tal forma que W. Collins teve em sua própria lápide esta inscrição: “Autor de A Mulher de Branco”!

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

O PROFESSOR

 

Resenha por João de Carvalho


Título: O Professor

Autora: Charlotte Brontë  (Tradução de Amanda Magri)

Editora: PedrAzul Editora

Ano:  2019

Página: 255


Apreciação:   5/5

 

Síntese:

Charlotte Brontë, grande notável escritora e poetisa, experiente na vida por ser a mais velha de três irmãs, legou para nós seus leitores excelentes romances, dignos de figurarem nas estantes dos Leitores de todo o Brasil. Esta primorosa autora vem perfeitamente descrita nas apresentações deste Livro: O Professor!

terça-feira, 29 de setembro de 2020

HESTER

 

Resenha por João de Carvalho

 





Título: Hester

Autora: Margaret Oliphant

Editora: Pedrazul

Ano: 2020

páginas:416

 


Pontuação: 5/5

 

Apreciação:

Toda literatura é uma visão do mundo através do autor. “Dos pedaços de beleza chegamos à Beleza inteira”. A obra literária é a visão do mundo através do artista que é o autor. O Leitor vê o mundo através da obra literária. Margaret Oliphant (1828-1897) escreveu mais de 100 romances, verdadeiros retratos da vida do interior. Margaret sempre recebeu, quando criança, uma educação superior às outras de seu tempo. Este romance Hester é considerado uma verdadeira obra-prima.

A autora, tendo ficado viúva, sempre lutou para sustentar a si e aos filhos, até os sobrinhos. Lendo sua obra, percebe-se que as personagens são vividamente desenhadas, até mesmo com um olhar satírico. Os principais personagens deste livro são: Catherine Vernon, John Vernon, Hester Vernon, Edward, Harry, Roland, etc...

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

A POBRE SENHORITA FINCH

Resenha por João de Carvalho


 

Título: A Pobre senhorita Finch

Autor: Wilkie Collins

Editora: Pedrazul Editora Ltda.

Ano: 2019


páginas:417

 

Pontuação: 5/5

 

Apreciação:

WILLIAM WILKE COLLINS, 1824-1889, foi um dos mais conceituados escritores ingleses, voltado para o romance, consagrando-se como ficcionista, dramaturgo e contista, de sua geração. Escreveu vinte e sete romances, cinquenta contos, quinze peças teatrais e outras cem peças. Desenvolveu o talento de inventar histórias já na sua fase colegial como aluno interno. Destacamos as seguintes Obras de sua notável carreira como escritor: A Mulher de Branco, A Dama e a Lei, A Pedra da Lua, Antonina, Basil (1852) como o último romance de sedução e vingança. Teve influência de Charles Dickens em sua profícua carreira. Mestre na intrincada construção de enredos e técnica narrativa engenhosa. Desfrutou grande popularidade em seu tempo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

UM ROMANCE NA SICÍLIA

 Resenha por João de Carvalho


Título: Um Romance na Sicília

Autora: Ann Radcliffe

Editora: PedrAzul Editora Ltda.

Edição: 2020

Páginas: 208


Pontuação: 5/5

Apreciação:

 

Ann Radclivve (1764-1823), considerada e descrita como “O Shakespeare dos escritores de romances góticos”. Sempre deu um toque singular de terror aos seus romances. Em suas obras o leitor encontrará muito romance, suspense, poesia, mas é uma especialista em descrever paisagens, de maneira  constante, elegante, objetiva e bonita forma de apresentação. Diria que Ann é uma especialista em conquistar o leitor pela sua facilidade, variedade e beleza de enriquecer uma paisagem, sempre sensível à sua e à nossa vista. Suas páginas correm à vista do leitor com a explosão de belas e raras paisagens, mui bem adaptadas aos assuntos dos quais trata com delicadeza e perfeição. Confesso que me senti atraído constantemente pela sua linguagem e forma descritivas. Como já me referi este romance captura o estilo revolucionário dela, ficção gótica, entrelaçando o terror com expressivo romantismo, no castelo desabitado de Mazzini.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

As Confissões do Sr. Harrison

 

Resenha por João de Carvalho

 



Título: As Confissões do Sr. Harrison

Autora: Elizabeth Gaskell

Editora: Pedrazul

Ano: 2020

páginas:128

 


Pontuação: 4/5


Apreciação:

Elizabeth Gaskell, 1810/1865, nasceu na Inglaterra, passou sua vida no Norte daquele país,  ao lado de seu marido, William Gaskell, pastor da igreja Unitária. Foi esta paisagem que retratou em suas obras, especialmente da falta dos direitos da mulher, defendendo também os trabalhadores. “Ao concluir seus estudos de medicina, Harrison aceita uma proposta de trabalho de um médico primo de seu pai e se muda para uma pequena vila, totalmente governada por mulheres. Seguindo as orientações do velho médico, desdobra-se em ser o mais gentil e atencioso possível com todas. Aceita quase todos os convites para chás, jantares e piqueniques, enquanto uma teia casamenteira vai se formando em torno dele”.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

AS PARCEIRAS


Resenha por João de Carvalho

Título: As Parceiras
Autora: Lya Luft
Editora: Siciliano
1ª edição 1980
Em ebook: Editora Record
páginas: 128

Pontuação: 5/5

Apreciação:

Lya Luft, 15.09.1938, casada com Celso Luft, depois Hélio Pellegrini, depois com Celso Luft, vive plenamente seus 82 anos com toda a intensidade de sua vida. Escritora de sucesso traz na bagagem intelectual a autoria de vários livros, como: A Asa Esquerda do Anjo, Reunião de Família, Perdas e Ganhos, O Tigre na Sombra, O Quarto Fechado, O Ponto Cego. Seu mais conhecido é, entretanto, “As Parceiras”. Ela é mãe de três filhos.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

O PECADO DE LADY ISABEL


Resenha por João de Carvalho

Título: O pecado de Lady Isabel
Autor: Mrs. Henry Wood
Ano 1ª publicação: 1861
Editora: Pedrazul
Ano da edição: 2020
páginas:448

Pontuação: 5/5 

Apreciação:

Ellen Wood (1814-1887) foi uma notável escritora que adotou o pseudônimo de Mrs. Henry Wood. Natural de Worcester, cujo pai era fabricante de luvas, mas foi criada pelos avós maternos. 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

AMOR DE PERDIÇÃO


Resenha por João de Carvalho

Título: Amor de Perdição
Autor: Camilo Castelo Branco
Editora: Ática
Ano: 1978
páginas:249 (Editora “Livraria Moré”)


Pontuação: 5/5

Apreciação:
Camilo Castelo Branco (1825-1890)  nascido em Portugal, foi um dos mais conceituados escritores nacionais, dentro do gênero ficção, utilizando-se de um estilo ultrarromântico. Morreu quase cego, com dois filhos problemáticos, um por rebeldia e o outro por anomalia mental.

Escreve de uma forma que retrata a época Clássica portuguesa. Seus livros registram vários tipos de novelas passionais, de aventuras históricas, assim como romances, narrativas satíricas e memórias. Amor de Perdição, acredito, tenha sido sua novela mais importante, levada a filme.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

A MONTANHA DAS DUAS CABEÇAS


Resenha por João de Carvalho

Título: A Montanha das Duas Cabeças
Autor: Francisco Marins
Editora: Ática
Ano: 1988
Páginas:  88

Pontuação: 4/5

Apreciação:

É um romance escrito por Francisco Marins (1922-2016), paulista, escritor que levou a história do interior brasileiro para o mundo das Letras, especialmente, na literatura infanto-juvenil, desfrutando de notoriedade com mais de vinte livros, neste gênero. Escreveu romances e contos e seus livros tiveram grande sucesso, ganhando o prêmio Jabuti, sendo o único brasileiro destaque para a coleção europeia “Delplin”.  É o escritor da juventude e da terra interiorana.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

RESSURREIÇÃO


Resenha por João de Carvalho

Título: Ressurreição
Autor: Machado de Assis
Editora: Martin Claret
páginas: 164

Pontuação: 5/5

Apreciação:

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu no Rio de Janeiro, passando sua infância e adolescência no Morro do Livramento. Falecendo sua mãe e irmã, ficou sob os cuidados de uma Lavadeira, sua madrasta, chamada Maria Inês.

Como Tipógrafo ficou conhecendo vários escritores. No Jornal da Tarde lança seu primeiro romance “Ressurreição” (1872). Tendo a crítica da época reconhecido seu valor literário, o escritor cresceu perante ao público. Surgiram os livros dele!

sábado, 18 de abril de 2020

O MELHOR DO TEATRO GREGO


Resenha por João de Carvalho

Título: O melhor do Teatro Grego
Autores: Mário da Gama Kury(tradutor)
e Adriana da Silva Duarte (apresentadora)
Editora: Clássicos Zahar
Edição: 2013
Páginas:386

Pontuação: 4/5

Apreciação:

“O TEATRO GREGO surgiu do culto ao deus do vinho, Dionísio, a quem eram dedicadas pantominas para que propiciassem boas colheitas. Seu despertar foi no século V, a.C. com Sófocles e exerceu profunda influência sobre a dramaturgia romana. Plauto foi talvez o mais original”.